ÉTICA NA EDUCAÇÃO À VIDA

 

 

Janice Souza Gass

Profª. Norberto Siegel

Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI

Curso de Pedagogia (PED 5481) – Fundamentos da educação:

Temas Transversais e Ética

23/05/08

 

 

RESUMO

 

Tem-se como ética os princípios morais e os valores que norteiam os seres humanos nas suas ações com outros membros da coletividade. A ética muitas vezes se confunde com a moral estabelecida. Contudo a ética procura instruir os seres a agirem de acordo com os princípios estabelecidos pela sociedade em que vivem. A escola necessita ser um espaço favorável a reflexão dos valores morais para que, os mesmos se tornem hábitos no cotidiano do aluno, levando-os a agirem com respeito, solidariedade e responsabilidade. Esses valores e essas atitudes podem e devem ser aprendidas na escola, desde de que, não seja somente essa instância a fazê-la, e sim o conjunto delas, vindo a desenvolver nas crianças e jovens a criatividade e a autonomia, através de uma aprendizagem significativa para que eles possam entendê-las e conseqüentemente tornar-se ser livres e pensantes.

 

Palavras-chave: Ética; Valores; Educação; Coletividade; Atitudes; Conduta; Respeito: Convivência; Comportamento.

 

 

 

1 INTRODUÇÃO

 

O presente trabalho tem por objetivo explicitar que a ética é um dos aspectos fundamentais à existência da humanidade: a criação de valores estabelecidos por diferentes grupos e sociedades sob forma de princípios éticos, que regem o comportamento do indivíduo em relação ao outro e a coletividade.

Os princípios e valores indicam um conjunto de normas e regras comportamentais que implicam em direitos, obrigações e deveres. Sendo que, não existe valor isolado da realidade humana, o que possibilita sua transformação contínua atribuindo-lhe significado que variam de acordo com necessidades, desejos, condições e circunstâncias em que vivem. O estudo da ética se traduz em uma série de prescrições que as sociedades criam para orientar a conduta dos indivíduos. Esse é o campo de estudo da moral e da ética.

O trabalho pretende abordar ainda, a Ética na Educação, bem como a importância do tema no âmbito escolar e nas diferentes áreas do conhecimento, que proporciona a professores, alunos e demais pessoas envolvidas na aprendizagem, criar novas perspectivas diante de situações problema.

 

2 CONCEITO DE ÉTICA E MORAL

A ética não pode ser confundida com a moral. A moral é a regulamentação dos valores e comportamentos considerados legítimos por uma determinada sociedade (povo, religião, tradição cultural). A ética é uma reflexão crítica sobre a moralidade. Mas, ela não é puramente teoria. A ética é um conjunto de princípios e disposições voltado para a ação, historicamente produzido, cujo objetivo é fundamentar as ações humanas. A ética existe como uma referência para os seres humanos viverem em sociedade, de modo tal que a sociedade possa se tornar cada vez mais humana. A ética pode e deve ser incorporada pelos indivíduos, sob forma de atitude diante da vida cotidiana. Entre a moral e a ética há uma tensão permanente: a ação moral busca uma compreensão e uma justificação crítica universal e a ética, por sua vez, exerce uma permanente vigilância crítica sobre a moral, para reforçá-la ou transformá-la em princípios éticos.

                                      .
2.1 A IMPORTÂNCIA DA ÉTICA

A ética tem sido o principal regulador do desenvolvimento histórico-cultural da humanidade. Sem ética, ou seja, sem a referência a princípios humanitários fundamentais comuns a todos os grupos e sociedades, a humanidade já teria se autodestruído. Também é verdade que a ética não garante o progresso moral da humanidade. O fato de os seres humanos serem capazes de concordar minimamente entre si sobre princípios como justiça, igualdade de direitos, dignidade da pessoa humana, cidadania plena, solidariedade entre outros, possibilitam que esses princípios sejam colocados em prática, porém não garante o seu total cumprimento. Contudo, a ética não é suficiente como teoria, nem como princípios gerais adotados pelas nações e povos. Não basta, por exemplo, que as Constituições dos países, Parâmetros Curriculares Nacionais e LDB, reproduzam esses princípios. É preciso que cada indivíduo institua esses princípios comportamentais como uma atitude prática diante da vida cotidiana, vindo a promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e/ou quaisquer outras formas de preconceitos.


2.2 ÉTICA E CONVIVÊNCIA HUMANA

Falar de ética é falar de convivência humana, pois os problemas da convivência humana originam os problemas da ética. Há necessidade de ética, porque os seres humanos não vivem isolados, eles convivem não por escolha, mas por necessidade. A ética torna-se essencial devido a existência do outro ser.  O princípio fundamental que constitui a ética é: o outro é um sujeito de direitos e sua vida deve ser digna tanto quanto a minha. A plenitude ética é uma atitude de amor pela humanidade.

A concepção da Ética Universal em Freire está diretamente relacionada com a sua concepção antropológica. A interpretação radicalmente dialética sobre a vida humana, que enquanto presença no mundo vai-se costruindo na história, a partir da intervenção nas realidades constitutivas do próprio mundo, revela nos seres em construção uma existência radicalmente Ética, a busca pelo ser capaz. Nesses termos, Freire defende a universalidade da Ética Humana:

Freire citado por Zitkoski (1997, p. 20) Quando falo, porém, da ética universal do ser humano estou falando da ética enquanto marca da natureza humana enquanto algo absolutamente indispensável à convivência humana. Ao fazê-lo estou advertido das possíveis críticas que, infiéis ao meu pensamento, me apontarão como ingênuo e idealista. Na verdade falo da ética universal do ser humano da mesma forma como falo de sua vocação ontológica para o ser mais, como de sua natureza constituindo-se social e historicamente.

O ser humano não só está no mundo como atua nele, pois não é um ser passivo, totalmente adequado a ele. Ao contrário, é um ser de escolhas, de decisão e, por isso, tornou-se uma presença no mundo pelo seu modo especial de ser. Ou seja, a autenticidade da existência humana está diretamente relacionada ao fato de que enquanto presença no mundo, o ser humano intervém nele, transformando-o, toma decisões, rompe, avalia, constata e também sonha com um mundo diferente e justo.


2.3 ÉTICA NA EDUCAÇÃO

 A educação é uma socialização das novas gerações de uma sociedade e, enquanto tal, conserva os valores dominantes (a moral) naquela sociedade. A educação é também uma possibilidade e um impulso à transformação, ao desenvolvimento das potencialidades dos educandos. Toda educação é uma ação interativa: faz-se mediante informações, comunicação, diálogo entre seres humanos. Em toda educação há um outro em relação, por isso, a ética está implicada. Uma educação pode ser eficiente enquanto processo ativo. A educação ética (ou, a ética na educação), acontece quando os valores contextualizados do ato de educar são valores humanos e integrado da ética sob forma de temas “a transversalidade”, trazem essa reflexão para a sala de aula de maneira a contribuir para a formação ética e moral do educando no espaço escolar. A ética na educação se faz humanizadores: igualdade, justiça, dignidade, solidariedade e democracia. E o desenvolvimento necessária, e isso significa enfrentar o desafio de instalar no processo de ensino e aprendizagem que se realiza a cada uma das áreas de conhecimento, uma constante atitude crítica, de reconhecimento dos limites e possibilidades dos sujeitos e das circunstâncias, da ‘problematização’ das ações e relações sob forma de valores e regras norteadoras, que proporcionem aos alunos condições para sua autonomia, entendida como capacidade de posicionar-se diante da realidade, a fim de escolher e estabelecer critérios de conduta e convivência, participando da gestão e ações coletivas. Contudo, é preciso que todas as áreas se articulem em torno do tema para torná-lo eficaz no âmbito escolar.

Em geral, o cotidiano das escolas, principalmente nos grandes cidades é bastante agitado e às vezes até tumultuado. São muitos alunos e muitos conteúdos. Nesse contexto, nem sempre é fácil desenvolver certos trabalhos, porém é preciso ter clareza de qual é o papel da escola na sociedade atual.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais sinalizam que a educação escolar deve possibilitar que os alunos sejam capazes de:

v     Compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito;

v     Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas.

 

3 TRABALHANDO ÉTICA NA ESCOLA

Os princípios éticos não são fáceis de serem transformados em ações no cotidiano da escola, porque requer um grande esforço da comunidade escolar. Porém no momento que todos direcionarem suas atitudes em prol do mesmo objetivo, tudo ficará mais fácil e possível. De início pode-se verificar que conteúdos e procedimentos adotar, que atitudes privilegiar a partir de um diagnóstico da situação da escola e relações dela com o meio. Existem muitas maneiras de investigar os valores que estão orientando as ações e as relações com o outro na escola. Pode-se propor aos alunos, professores e demais servidores da escola que façam período de observação:

como eles procedem, uns em relação aos outros (espaços coletivos): hora do lanche, refeitório, intervalo, recreação, períodos livres, sala de aula, biblioteca; a partir de relatório, descrevendo suas próprias atitudes e a atitudes dos demais no cotidiano escolar. Sendo importante discutir criticamente para definir o que o grupo considera que está bom e o que necessita mudar e melhorar. Uma questão importante é compreender que não se trata de ensinar, listar (como agir nessa ou naquela situação), falar de ética com os alunos, mas de viver as situações, os problemas presentes na escola e na comunidade. Reafirmando que o envolvimento de todas as áreas de conhecimento é fundamental para que a ética se transforme em princípios, atitudes e hábitos do bem viver e conviver. Não basta fazer discurso sobre as regras gerais de convivência na escola enquanto houver tratamento desrespeitoso entre as pessoas. Em geral todos têm mais respeito por aqueles que respeitam. É preciso buscar uma certa coerência entre a teoria e prática. Sendo assim o cotidiano escolar é farto de situações que podem servir de base à discussão de questões éticas. É importante que os professores e toda a comunidade escolar estejam atentos a essas situações e possam aproveitá-las para provocar diálogos e reflexões sobre elas, destacando-se os diversos pontos de vista existentes, os conflitos e quais as alternativas para resolvê-los. A questão ética como já foi citado, não cabe a pregação de uma tábua de bons valores. O que se propõem como objetivo é o desenvolvimento de cidadãos livres e pensantes, a simples pregação dessa tábua torna-se uma contradição, favorecendo assim, a Pedagogia da resposta pronta, do saber pronto, a verdadeira catástrofe pedagógica, que resulta em um processo de emburrecimento, de despersonalização do educando, no dizer de Pedro Demo, ”Tal condição reduz o aluno ao ‘mero aprender’, obstruindo passos da criatividade própria [...]”. (DEMO, 1977, p. 90). O professor deve ser um pesquisador de meios e fins para conduzir e orientar seus alunos.

 Contudo, o maior desafio da escola está em possibilitar aos alunos recursos internos e condições objetivas para que eles avaliem as situações em que vivem, revejam conceitos para fazer boas escolhas, tendo em vista uma vida mais justa e solidária para si e a coletividade. A construção de uma vida democrática, pautada por princípios éticos que favoreça contínuas mudanças, e evidencie o surgimento de novos fatos far-se-á necessária, pois (alunos, professores, pais, funcionários...), mudam originando conflitos diferentes, que devem de igual forma ser resolvidos (situações problema), que exigem novas investigações, discussões e decisões, criando-se uma tradição no grupo de como fazer, como criar, desvirtuando então o professor da mera função de ensinar, transmitir, repassar conhecimentos. Segundo Demo “O professor que apenas ensina imbeciliza o aluno” (DEMO, 1977, P.56). Sobretudo, a vida democrática não é construída em um dia nem por uma pessoa, ela é feita a cada dia e pelo esforço de cada um, visando uma vida mais justa a todos os seres humanos e suas futuras gerações.

Percebe-se que existem muitos modos de valorizar e ter clareza dos princípios que pautam o cotidiano escolar. Algumas possibilidades:

ü      Acolhimento dos alunos pela escola em todas as situações, com momentos especiais no início do ano letivo, nas mudanças de períodos ou turmas, nas transferências de crianças e jovens de outras escolas;

ü      Criar espaços para que os pais entrem na escola e participem dela;

ü      Criar código de ética da classe ou da escola em coletividade;

ü      Estabelecer conjuntamente normas de conduta periodicamente revistas (ouvir e respeitar a opinião dos colegas, não interromper a fala do outro, entre outras);

ü      Respeitar as diferenças;

ü      Organizar a participação efetiva dos membros do Conselho Escolar;

ü      Estimular a criação do Grêmio;

ü      Instituir as representações de classes;

ü      Eleger este ou aquele tema para os projetos de classe/séries/turmas com pesquisa e estudos sérios, sem perder o objetivo final de toda a ação educativa;

ü      Trabalhar os fatos e conceitos científicos sempre relacionados com sua presença na organização da vida humana e ao mundo dos valores.   

 

 

 

 

                    FIGURA 1: A ESCOLA E A ÉTICA

                    FONTE: http:/www.miniweb.com.Br/cidadania/cidadania/escola_ética.html

 

3.1 COMPROMETIMENTO COM A ÉTICA

Deixar a educação restrita à escola representa uma atitude de demissão social inviável.A ética tem que perpassar todas as instâncias, ou seja, a família, a escola, a igreja, as associações, os

sindicatos e até os partidos políticos devem assumissem o compromisso de formadores de valores éticos. Só assim se estaria a caminho de uma nova realidade. Somente adultos eticamente corretos, podendo ser, o professor ou qualquer outro mais próximo do educando, carece ter urgência em resgatar e transmitir os valores éticos para que crianças e jovens possam ser educados como cidadãos capazes de reconhecer e resignificar as regras sociais vigentes. Há conceitos que a escola e outras instituições deveriam mudar, mas há igualmente outros que elas deveriam preservar. Ambas precisam ser críticas para distinguir o que devem acatar, adotar, assimilar e difundir, e o que devem renegar, refutar, rejeitar e abolir. Uma escola que não faça tais distinções e que não haja a partir delas é uma escola que não pensa, não merecendo, portanto, confiança e credibilidade e o mesmo acontece com as demais instâncias. As pessoas necessitam ser solidária, e ser solidária significa se colocar no lugar do outro, daqueles que são vítimas dos processos sociais de exclusão, as minorias étnicas, as mulheres, os pobres, as gerações futuras e a natureza, que também é vitima da ação humana.  

 

4 CONCLUSÃO

Conclui-se a partir dos estudos realizados, que a Ética influência em todas as ações e atitudes da humanidade, enquanto ser social.

           Os princípios éticos são necessários para que o homem conviva em coletividade, pois são eles que regem regras e normas de convivência, às quais possibilita o entendimento e garante o convívio social digno e justo para os grupos e/ou sociedades.

Através da educação ética é possível formar valores humanos e humanizadores.

            O estudo ético complementa o trabalho formativo que leva professores e alunos a vivenciar a prática cotidiana, que resultam em novos princípios e hábitos de convivência, gerando disciplina e consciência critica, favorecendo a formação da autonomia da criança e do jovem.

            Partindo do pressuposto de que, o tema Ética, diz respeito a praticamente todos os outros temas tratados pela escola e por todas as instâncias, fica claro que é possível retomar certos valores esquecidos e criar outros que favoreçam o modo de viver com autonomia e democracia.

A educação para a vida exige dos educadores das diferentes áreas de conhecimento uma postura de ação com responsabilidade, ou seja, habilidades para trabalhar as situações problema, à medida que essas se apresentam no contexto escolar de maneira que os alunos sejam atores da sua própria aprendizagem.

 Precisa-se de educadores, que tenham atitudes éticas em sua essência para orientar as crianças e adolescentes em busca de algo melhor para sua formação e para suas vidas. Assim a inclusão da ética na educação elege princípios de convivência através do diálogo, da investigação e da pesquisa.

Portanto, a partir da pesquisa realizada, pode-se concluir que o ensino da ÉTICA é vital à educação, pois possibilita a educadores e educandos reverem pricípios e atitudes mediante as injustiças sociais.

 

5 REFERÊNCIAS

DEMO, Pedro. Pesquisa: Princípio Científico e Educativo. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1977.  

Disponível em: http:/www.miniweb.com.Br/cidadania/cidadania/escola_ética.html.Acesso em: 18 maio, 2008.

Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetro Curriculares Nacionais: Apresentação dos temas transversais e ética (1ª à 4ª série). 2 ed.  Brasília:1997.v. 8.

ZITKOSKI, J. J. Ética e Educação em Freire. Disponível em: http://serv2.ceamecim.furg.br/~tusnski/paulofreire/inscricoes/FILES/p157. Acesso em: 18 maio, 2008

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Projeto em desenvolvimento...

Criar para brincar

Foco: Confeccionar jogos e brinquedos com material de sucata, escolar e outros, para o projeto Ludoteca, que serão usados por alunos em recreações, durante recreio de dias chuvosos e pelos professores em suas aulas como instrumento pedagógico.

Justificativa: As crianças vivem em um mundo próprio de encantamento, de fantasia, de sonhos, onde a realidade e o faz-de-conta fundem-se e confundem-se, sendo assim os brinquedos e os jogos interferem diretamente nesse mundo exercendo forte influência sobre elas liberando o seu universo particular. O presente projeto tem por finalidade sensibilizar os educadores para a importância dos jogos infantis e suas diversas aplicações, enquanto aprendizagem, ou espaço transacional entre a atividade psíquica e o real, ou apropriação da cultura. Além disso, a construção dos brinquedos e jogos aumenta a confiança do aluno em seu próprio poder intelectual e reforça sua disposição de continuar aprendendo.

 

Para Piaget (em Maria A. V. Cunha) “a atividade lúdica da criança é um processo de assimilação onde a criança dirige e integra os materiais e sinais culturais a fim de tomar posse deles”.

Objetivos:

ü        Interagir com jogos e materiais que oportunizem o conhecimento de numerais, quantidades, letras, nomes e palavras;

ü        Vivenciar e valorizar brincadeiras que fazem parte do nosso folclore sob mediação dos professores;

ü        Desenvolver a criatividade e as habilidades manuais através da construção de brinquedos e jogos;

ü        Resgatar a importância cultural de brinquedos do nosso folclore (tradicionais), através de leitura e pesquisa;

ü        Reconhecer o valor da produção artesanal de brinquedos e jogos e incentivá-la.

Conteúdos: Brinquedos folclóricos “importância, origem, confecção”.
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